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Presidentes, Superintendentes de Consórcios e Secretário de Estado da Saúde discutem a contrapartida federal do SAMU em reunião na SESA

Presidentes, Superintendentes de Consórcios e Secretário de Estado da Saúde discutem a contrapartida federal do SAMU em reunião na SESA

Na última quinta-feira, 24 de outubro, presidentes e superintendentes de consórcios de saúde do Espírito Santo participaram de uma reunião com o secretário estadual de Saúde, Miguel Paulo Duarte Neto, no auditório da Secretaria de Estado da Saúde (SESA), com início às 9h. O encontro também contou com a presença do subsecretário de Contratualização, Kim, e da equipe técnica da SESA.

A pauta principal foi a proposta de contrapartida financeira federal para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que visa aliviar os municípios da carga financeira ao transformar o SAMU em um serviço com financiamento tripartite, integrando os recursos das esferas municipal, estadual e federal.

Entre os representantes do Consórcio CIM Noroeste, participaram Smilei Duques, superintendente do consórcio; Tenório Gomes, gerente administrativo do SAMU; e Mauro Estevam, assessor de gestão do consórcio. A presença de gestores de diversos consórcios refletiu o empenho das regiões em garantir a continuidade e eficiência dos serviços de urgência e emergência do SAMU 192, almejando uma estrutura financeira mais sustentável para a execução e evolução do serviço.

Durante a reunião, foram detalhados os impactos esperados da contrapartida federal, que ajudará a equilibrar as responsabilidades financeiras. O SAMU é um serviço essencial, e o suporte federal permitirá não só a manutenção, mas também proporcionará segurança financeira aos municípios e continuidade no atendimento às emergências.

As propostas apresentadas durante a reunião reforçam a necessidade de que os valores da contrapartida federal, já em posse do Estado, sejam repassados aos consórcios o quanto antes, garantindo a continuidade e o fortalecimento do SAMU em cada região. Além disso, foi solicitado que o repasse retroaja ao período inicial de pagamento já efetuado pelo Ministério da Saúde, permitindo que o consórcio sejam reembolsados pelos recursos investidos desde o periodo em questão, aliviando as finanças locais e promovendo um equilíbrio financeiro mais justo e sustentável.

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